Radio GORGS


21/01/2015 - VI JAMBOREE NACIONAL ESCOTEIRO


VI  JAMBOREE NACIONAL ESCOTEIRO

PARNAMIRIM / NATAL - RN


Aconteceu no período de 11 a 16 de janeiro corrente, em Parnamirim / Natal - RN, o VI  JAMBOREE NACIONAL ESCOTEIRO, que contou com a presença de cerca de 5.200 jovens e adultos, oriundos de 26 Estados, além de observadores da Boy Scouts of América e da Associação de Escoteiros de Portugal.

O evento teve lugar no Parque de Exposições de Parnamirim, contando com toda infraestrutura de uma cidade. A moeda corrente foi denominada "Caju, com a qual se comprava todos os produtos adquiridos da Cidade das Lonas.

Dentre as bases, destacamos a do Radioescotismo, onde os jovens conheceram todos os meios de comunicações: Transmissões em CW - HF - VHF , em todas as bandas autorizadas pela ANATEL. Salientamos o apoio do Grupo Aroeiras, de Natal - RN. Se rão enviados cartão QSL para todas as estações que mantiveram contatos co a Estação Oficial < PS06J > , tendo como manager: PR7JP - Jorge.

Na ultima noite do Jamboree,  da Loja Maçonica Intinerante "PAU BRASIL", integrada por Escotistas, pertencentes aos diversos Ritos e Obediências  Maçônicas.
 
 

21/01/2015 - A P O I O


21/01/2015 - SEMANA DOS FARÓIS SULAMERICANOS

Amigos,

No período de 20 a 22 de fevereiro teremos a sétima edição do Final de Semana dos Faróis Sul Americanos, atividade da organizada pelo Grupo de DX Bahia Blanca, da Argentina, da qual a LABRE é co-promotora. Foram 58 faróis em 7 países em 2014.

O Brasil esteve presente em todas as edições do evento e nas últimas edições temos tido a participação em 14 faróis em 2012, 15 em 2013 e 14 em 2014. 

É uma participação pequena se considerado que o Brasil tem 309 faróis, muitos deles em área urbana, de fácil ativação.

Neste ano temos até o momento inscritos apenas 6 faróis brasileiros, sendo 3 no RS, 1 em SC e 2 no RJ. A Argentina já tem 13 e o Uruguai, com sua pequena extensão territorial, tem 4.
Notamos a falta de faróis fora das regiões sul e sudeste, principalmente da região nnordeste, a grande ativadora das primeiras edições.

Conclamamos as LABRE Estaduais que tem faróis em suas jurisdições que procurem participar do evento ativando faróis e estimulem os radioamadores de seus estados a também realizarem operações em faróis.

Atentem para o fato de que faróis ribeirinhos também podem ser ativados, bastando que tenham registro na ARLHS (se não tiver registro é possível solicitá-lo antecipadamente ao evento ao LU7DSY, Carlos Almirón, representante da ARLHS para a América do Sul).

Creio que nunca tivemos ativação de um farol na bacia amazônica e seria interessantíssimo se fossem ativados.

É preciso atentar para o tempo que a Anatel leva para autorizar um indicativo especial (não é obrigatório, mas é desejável um indicativo especial) e a demora em conseguir uma autorização da Marinha ou Secretaria de Meio Ambiente (quando necessário).

Não é preciso estar no terreno do farol para que seja válida a ativação. Pode-se ativá-lo de sua vizinhança, desde que o farol esteja visível e não diste mais que 1 km. Faróis dentro da água podem ser ativados de distância ainda maior, desde que estejam visíveis e não seja possível (acesso ou segurança) a operação no próprio farol.

É também possível ativar balizas (pontos luminosos de sinalização menores que faróis). Nunca houve a ativação de baliza brasileira (e nós temos cerca de 1000 balizas no país). 

Ativar balizas é muito fácil, pois boa parte delas sinaliza a entrada de portos, em áreas de fácil acesso. E muitas são próximas uma das outras, permitindo a ativação de uma em um dia e outra no dia seguinte pela mesma equipe (vejam na relação abaixo a ativação de 2 balizas no Uruguai, baliza oeste do Puerto del Buceo e baliza leste desse mesmo porto - e nesse porto ainda existe um farol, ativado por mim como CX/PY2TJ em abril de 2009).

Mas é preciso solicitar o cadastramento prévio pois até hoje, por falta de ativadores, nenhuma baliza brasileira consta da lista da ARLHS (ao contrário da Argentina, que das 26 ativações em 2014, 15 foram em balizas e apenas 11 em faróis).

Vamos colocar o Brasil em destaque nessa atividade. Vamos bater o recorde de participação brasileira e, se possível, conseguir pela primeira vez o maior número de ativações.

Estimulem as ativações em seus estados.

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Orlando .·. PT2OP (PR5P neste evento)
Diretor Executivo da LABRE

21/01/2015 - A P O I O


21/01/2015 - SACAS DE LÃ - PARAÍBA

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Formação única, onde enormes blocos de pedra (matacões) estão dispostos um em cima do outro, em forma de grande parede. Os nativos batizaram essa belíssima área de Sacas de Lã devido à semelhança dessa formação com uma grande carga de fardos de algodão que eram transportadas do alto sertão para a estação de trem de Campina Grande no início século passado. Como os nativos não são acostumados a pronunciar a palavra fardo nem a palavra algodão, batizaram-na de Sacas de Lã.
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O grande paredão tem aproximadamente 30 metros de altura e nas suas margens passa o rio da Tapera que forma um lindo lago após a estação chuvosa onde os visitantes podem se deliciar com um banho em suas águas límpidas, ou também podem fazer escalada tipo bouder para subir da base ao topo, ou ainda descer o paredão praticando rappel. É necessário observar que a prática de esportes no local somente é autorizada pela direção do Hotel Fazenda Pai Mateus, mediante à presença de instrutor capacitado e credenciado pelas entidades que regulam os esportes, bem como de toda a logística de segurança e uso de equipamentos de segurança específicos e exigidos para a prática daquela modalidade esportiva.
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fontes:
http://www.paimateus.com.br

21/01/2015 - A P O I O


21/01/2015 - F E N A J

Política de comunicação 15/01/2015 | 17:48
Em carta a Dilma, FENAJ pede novo marco regulatório e convocação da II Confecom
 
Em mensagem encaminhada nesta quinta-feira (15/01) à presidenta Dilma Rousseff, a FENAJ apresentou o que considera indispensável para o exercício de um jornalismo forte, independente, livre e responsável no Brasil. A entidade apresentou seu diagnóstico sobre o sistema de comunicação brasileiro e reivindicou que o novo governo implemente um novo marco regulatório para as comunicações no país e convoque a II Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).

Repudiando qualquer forma de censura, a entidade sustenta que o controle público dos meios de comunicação significa constituir mecanismos transversais e interconexos para a aplicação de regras públicas, democraticamente constituídas, a serem observadas por todos. Defendeu, também a urgente reorganização do sistema de comunicação, para cumprir os preceitos constitucionais e superar o atual cenário de oligopólios. Neste sentido, a FENAJ atribui à comunicação uma dimensão estratégica, tanto do ponto de vista das políticas públicas a serem geradas, como da necessária articulação dos movimentos sociais.

Democratizar a comunicação para consolidar a democracia
O diagnóstico produzido pela Federação é de que a situação da propriedade, das relações estabelecidas e da interferência na vida nacional por parte dos veículos de comunicação social é incompatível com a democracia. Daí decorre a conclusão de que ou o Brasil democratiza seu sistema de comunicação ou não será possível a consolidação plena da democracia.

Entre os pontos do diagnóstico que sustentam tal afirmação foram apontados a legislação insuficiente e arcaica do país em relação à radiodifusão e à comunicação, que atende quase que exclusivamente aos interesses empresariais do setor, a regulação das novas tecnologias também marcada pelos interesses empresariais, submetendo o modelo de serviço ao modelo de negócio sem articulação das diferentes plataformas tecnológicas, dos diferentes atores econômicos e das diversas demandas sociais, e a concentração da propriedade dos veículos de comunicação no país, comprometendo a vocação pública da comunicação.

Em seu diagnóstico apresentado à presidente Dilma Rousseff, a Federação Nacional dos Jornalistas também critica a hegemonia excessiva do modelo da TV aberta, que, se por um lado foi bem sucedido do ponto de vista econômico, por outro constituiu um empobrecimento no que diz respeito à diversidade cultural, à representação regional e à pluralidade de opiniões. Critica, ainda, o hipertrofiamento do sistema de TV comercial brasileiro, que incide exageradamente na cultura nacional, em detrimento dos sistemas público e estatal.

A entidade argumenta que a falta de incentivos à leitura coloca o Brasil entre os países com menor índice de leitura de jornais das Américas e que o jornalismo e os jornalistas são prejudicados pelas escolhas empresarias de transformar seus empreendimentos em verdadeiros partidos políticos. "Estas escolhas inviabilizam o livre trabalho dos jornalistas, por um lado, e, por outro, negam à população a possibilidade da constituir uma opinião pública efetivamente livre", diz o documento.

Reivindicações
A FENAJ conclui sua mensagem à presidenta Dilma Rousseff colocando-se à disposição para debater as políticas públicas de comunicação e reivindica que o novo governo implemente imediatamente o marco regulatório para as Comunicações, para regulamentar o Capítulo V da Constituição Federal, reorganizar o sistema de negócios e de serviços; e implementar, de forma organizada, a convergência tecnológica.

Reivindica, também, a criação dos mecanismos de regulação aprovados pela I CONFECOM, com a imediata instalação de um Conselho de Comunicação, consultivo e deliberativo, nos moldes dos órgãos existentes em países como Estados Unidos, Espanha, França e Portugal, fortalecimento dos sistemas público e estatal de comunicação, com a convocação imediata do Fórum Nacional de Comunicação Pública, fortalecimento do jornalismo e dos jornalistas, com a garantia da regulamentação profissional e a implementação de políticas públicas para a segurança dos jornalistas e a convocação da II CONFECOM, com a incumbência de sistematizar as propostas da primeira Conferência e elaborar uma proposta de Marco Regulatório para o país.
 
 
FENAJ lamenta mortes e condena ataque à revista francesa
 
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) repudia e condena o ataque à revista francesa Charlie Hebdo ocorrido na manhã desta quarta-feira, 7 de janeiro, que resultou na morte de 12 pessoas e deixou, pelo menos, outros dez feridos. Entre os mortos estão cinco jornalistas -- os cartunistas Charlie Hebdo Charb (Stéphane Charbonnier), Cabu (Jean Cabut), Wolinski (Georges Wolinski), e Tignous (Bernard Verlhac) e o repórter Bernard Maris --, outros cinco funcionários da revista e dois policiais que faziam a segurança do editor Stephane Charbonnier, que estava sob proteção policial.

O editor da Charlie Hebdo vinha recebendo ameaças de morte e a revista já havia sido vítima de ameaças e de atentados anteriormente. Suspeita-se que o ataque de hoje, como os anteriores, tenham sido motivados pelas sátiras ao profeta Maomé.

A FENAJ repudia a violência contra jornalistas, alertando a sociedade para o perigo da intolerância (seja política, religiosa ou de qualquer natureza) e do obscurantismo, que tem gerado ataques às liberdades de expressão e de imprensa em todo o mundo.

A FENAJ soma-se à Federação Internacional dos Jornalistas e à Federação Européia dos Jornalistas na solidariedade aos familiares das vítimas e no firme propósito de que os criminosos sejam identificados e punidos. A polícia francesa ainda não identificou os dois homens que entraram na sede da revista, em Paris, e atiraram contra todos que estavam presentes, fugindo em um carro, conduzido por um terceiro homem. É preciso rigor nas investigações para que este crime brutal não fique impune. A impunidade alimenta a violência contra jornalista.

Brasília, 7 de janeiro de 2015.

Diretoria da FENAJ.

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